Market e Ciess: A 25 dias das eleições, Rafael Correa …

President-Rafael-Correa-EcuadorAs estatísticas revelam que a tendência de voto aposta pelo candidato do PAIS, Rafael Correa, quem obteria respaldo suficiente para ser reeleito em primeiro turno e com larga margen sobre seus competidores
60% dos eleitores já decidiram por quem votar em 17 de fevereiro
Redacción El Telegrafo (Guayaquil)  21 de fevereiro de 2013
 Rafael Correa, candidato do PAIS, foi o único presidente da República que chegou ao cargo sem ir ao segundo turno, desde que se aplica esse mecanismo democrático no Equador.
Essa façanha se repetiria nas eleições de 17 de fevereiro próximo, segundo revelam as estatísticas difundidas pelas empresas Market y Ciess. (Ver infografía abaixo)
Correa ganhando seria seu terceiro período presidencial. A primeira vez  foi em 2007, depois de disputar o posto – em segundo turno – com o magnata bananeiro Álvaro Noboa.
Naquela ocasião Correa obteve 3.517.635 votos, frente aos 2.689.418 de seu opositor, dos  9.165.125 votantes, segundo dados do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) publicados en sua página web.
O segundo mandato conquistou em 2009, quando pela primeira vez um Chefe de Estado chegava ao poder pelo voto popular com um só turno.
Nessa ocasião, Correa obteve 51,99% dos 10.532.234 eleitores. Nessas eleições o segundo lugar foi para Lucio Gutiérrez, quem alcançou 28,24% dos votos e em terceiro lugar ficou Noboa com 11,40%.
A primeira vez que  se aplicou o segundo turno no Equador foi nas eleições de 1996, quando disputavam a presidencia os candidatos Abdalá Bucaram e Jaime Nebot  ambos de Guayaquil. No primeiro turno registraram-se diferenças mínimas:  Bucaram  obteve 1.001.071 votos e Nebot, 1.035.101. No segundo turno venceu Bucaram.
Em seguida o país atravessou um período de intensa instabilidade política, pois  Bucaram foi derrocado e se instaurou um governo interino liderado por Fabián Alarcón.
Em 1998 se realizou um novo processo eleitoral em que o candidato Jamil Mahuad chegou ao segundo turno e enfrentou Álvaro Noboa, que tentava novamente chegar ao poder. Esse governo também foi derrubado pela crise financeira  o vice-presidente, Gustavo Noboa, concluiu o período.
Nas eleições de 2003  os candidatos que passaram ao segundo turno foram Lucio Gutiérrez e outra vez Álvaro Noboa, das quais saiu vencedor Gutiérrez que tampouco concluiu o mandato de 4 anos, sendo afastado do poder, assumindo o vice, Alfredo Palacio, até 2007.
Depois desse período conturbado, surge na contenda eleitoral presidencial Rafael Correa quem antes fora ministro da Economia e uma figura nova e popular na política nacional.
Rafael Correa lidera hoje a Revolução Cidadã.
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